A evolução nos efeitos especiais em animações ajudou ainda mais a deixar ultrapassado o formato de infantis de auditório. Mariana Caltabiano, que já trabalhou para a Globo, Record e SBT, não enxerga uma competição justa entre os programas do passado e os desenhos de hoje. ”Criança não quer mais aquela coisa de apresentadora, mas sim ver as animações. Perdeu o sentido gastar com produção, é mais fácil e também mais barato ir a uma feira e comprar pacotes de desenhos”, opina.
Com as co-produções, é possível até incluir nas animações valores defendidos pelo próprio canal. Uma das formas de co-produção utilizadas hoje é a pré-compra. As emissoras investem dinheiro no produto antes dele estar pronto, mas ganha a possibilidade de opinar em seu conteúdo editorial e até de participar de futuros ganhos com o licenciamento. Um dos exemplos dessa prática é o próprio ”Escola Pra Cachorro”, que contou com investimento do Nickelodeon. ”É difícil encontrar projetos que se encaixem perfeitamente ao que o canal procura. Apostamos em ‘Escola Pra Cachorro’ e aumentamos nossa audiência no horário em 67%. No México e Argentina, em apenas três meses, esse crescimento foi de 32% e 131%, respectivamente”, valoriza Roberto Martha.
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